Tuesday, June 27, 2006

Try

All I know Is everything is not as it's sold
but the more I grow the less I know
And I have lived so many lives
Though I'm not old
And the more I see, the less I grow
The fewer the seeds the more I sow
Then I see you standing there
Wanting more from me
And all I can do is try
Then I see you standing there
Wanting more from me
And all I can do is try
I wish I hadn't seen all of the realness
And all the real people are really not real at all
The more I learn the more I cry
As I say goodbye to the way of life
 I thought I had designed for me Then
I see you standing there
Wanting more from me
And all I can do is try
Then I see you standing there
I'm all I'll ever be But all I can do is try
Try All of the moments that already passed
We'll try to go back and make them last
All of the things we want each other to be
We never will be
And that's wonderful, and that's life
And that's you, baby
This is me, baby
And we are, we are, we are, we are
Free In our love
We are free in our love

Nelly Furtado

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Receita para o sucesso….

As três características que são fundamentais para que um projecto pessoal/organizacional tenha sucesso são as designadas por “três C da qualidade”: Comprometimento; Competência; e, Comunicação.
Posted by heidi at 12:12:17 | Permalink | Comments (1) »

Todos diferentes, todos iguais

“Temos o direito de ser iguais quando a diferença nos inferioriza e de ser diferentes quando a igualdade nos descaracteriza”

Boaventura de Sousa Santos

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Monday, June 26, 2006

Distracções….

O principal motivo para as pessoas não escutarem competentemente reside no facto de o falante ser capaz de dizer, em média, 125 palavras num minuto, enquanto o cérebro do ouvinte é capaz de processar até 500 palavras. Consequentemente o ouvinte ocupa o “espaço livre” do cérebro com outros pensamentos, assim provindo distracções que o desviam do que está sendo proferido.

Estamos, assim, todos desculpados……lol

Posted by heidi at 11:03:18 | Permalink | No Comments »

Friday, June 23, 2006

Deus é o homem

“Porquê divino e humano, se o humano pode ser divino”

O Código DaVinci

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Wednesday, June 21, 2006

A vida…………….

“A vida é uma pedra amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o material de que somos feitos”

George Bernard Shaw (Prémio Nobel da Literatura - 1925)  

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A vida é má!

Quem sou?

De onde venho?

O que estou aqui a fazer?

Para onde vou?

Vale a pena a vida?E a morte?

É o que me pergunto hoje.

Respostas:

Ninguém.

Nada.

Não faço a mais pálida ideia.

Para o inferno.

Não. Sim.

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Friday, June 9, 2006

Carta

“Lembro-me agora que tenho de marcar um

encontro contigo, num sítio em que ambos

nos possamos falar, de facto, sem que nenhuma

das ocorrências da vida venha

interferir no que temos para nos dizer. Muitas

vezes me lembrei de que esse sítio podia

ser, até, um lugar sem nada de especial,

como um canto de café, em frente de um espelho

que podia servir de pretexto

para reflectir a alma, a impressão da tarde,

o último estertor do dia antes de nos despedirmos,

quando é preciso encontrar uma fórmula que

disfarce o que, afinal, não conseguimos dizer. É

que o amor nem sempre é uma palavra de uso,

aquela que permite a passagem à comunicação

mais exacta de dois seres, a não ser que nos fale,

de súbito, o sentido da despedida, e que cada um de nós

leve, consigo, o outro, deixando atrás de si o próprio

ser, como se uma troca de almas fosse possível

neste mundo. Então, é natural que voltes atrás e

me peças : “Vem comigo!”, e devo dizer-te que muitas

vezes pensei em fazer isso mesmo, mas era tarde,

isto é, a porta tinha-se fechado até outro

dia, que é aquele que acaba por nunca chegar, e então

as palavras caem no vazio, como se nunca tivessem

sido pensadas. No entanto, ao escrever-te para marcar

um encontro contigo, sei que é irremediável o que temos

para dizer um ao outro: a confissão mais exacta que

é também a mais absurda, de um sentimento; e, por

trás disso, a certeza de que o mundo há-de ser outro no dia

seguinte, como se o amor, de facto, pudesse mudar as cores

do céu, do mar, da terra, e do próprio dia em que

o vento poderá soprar do norte, como se fosse daí

que viessam, nesta altura, as coisas mais precisas,

que são as nossas: o verde das folhas e o amarelo

das pétalas, o vermelho do sol e o branco dos muros”.

                                                                                          Nuno Júdice

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Thursday, June 8, 2006

Quem é a louca da casa?

“As recordações não são sempre o que parecem”. 

Um romance? Um ensaio? Uma autobiografia?

 É o melhor e mais original que Rosa Montero escreveu. É inclassificável,em parte romance, em parte autobiografia e em parte ensaio, de certo modo, é também uma biografia de outros escritores. é um livro que joga com a imaginação não só do artista ou do escritor, mas também de todos os seres humanios.

Este livro demonstra-nos que o ser humano é sobretudo um contador de histórias. mesmo as pessoas que dizem que não são imaginativas, não se apercebem até  que ponto dependem da imaginação para sobreviver.

A imaginação é uma forma de completar a realidade.

Por entre o jogo narrativo cheio de surpresas encontra-se uma autobiografia romanceada e um cocktail de biografias alheias, como o são promenores da vida de Goethe, Tolstoi, Nash, entre muitos outros.

A autora revela as suas recordações mais secretas, através de um universo de fantasia e de criação artística. todavia não devemos fiar-nos por completo em tudo o que a autora conta sobre si mesmo.

“Em criança estamos todos loucos, isto é, estamos todos possuídos por uma imaginação indomesticada”.

O livro sobre a fantasia e os sonhos, a loucura e a paixão, os medos de todos nós. Este livro é uma história de amor entre Rosa Montero e a sua própria imaginação.

“A imaginação é a louca da casa”.

 

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Sopro

“E digo-vos que a vida é de facto obscuridade

Excepto onde há arrebatamento,

E todo o arrebatamento é cego excepto onde há saber,

E todo o saber é vão excepto onde há trabalho

E todo o trabalho é vazio excepto onde há amor.

E o que é trabalho com amor?

É por em todas as coisas que fazeis

um sopro do vosso espirito.”

                                                                 Khalil Gibran

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