Wednesday, January 31, 2007

Onde está a chave? 2

A mudança é uma porta que apenas se abre por dentro.

Backés

Ps: Caros leitores assíduos deste blog…..infelizmente e graças aos meus dotes informáticos…consegui apagar o post homónimo…pelo que venho pedir que voltem a comentar…….:):):)

Posted by heidi at 12:35:16 | Permalink | Comments (1) »

Monday, January 29, 2007

The Killing Moon

Under blue moon I saw you
So soon you’ll take me
Up in your arms
Too late to beg you or cancel it
Though I know it must be the killing time
Unwillingly mine

Fate
Up against your will
Through the thick and thin
He will wait until
You give yourself to him

In starlit nights I saw you
So cruelly you kissed me
Your lips a magic world
Your sky all hung with jewels
The killing moon
Will come too soon

Fate
Up against your will
Through the thick and thin
He will wait until
You give yourself to him

Fate
Up against your will
Through the thick and thin
He will wait until
You give yourself to him

Under blue moon I saw you
So soon you’ll take me
Up in your arms
Too late to beg you or cancel it
Though I know it must be the killing time
Unwillingly mine
Unwillingly mine

 

 

Nouvelle Vague

Posted by heidi at 10:36:26 | Permalink | No Comments »

Thursday, January 11, 2007

Adoro escrever cartas que não vou mandar, poemas que não vou publicar, artigos que não vou levar adiante por amor à liberdade. A liberdade única que nos faz decidir o que é mas não deve estar. A opção pelo erro. Se algum dia, entretanto…e isso se chama poder. Posso usar outdoors. Já que palavras não são passarinhos, nenhuma culpa incomoda. Pedras preciosas adoram cofres, o escuro do mundo. Lá podem brilhar em paz e angústia para seu só e avarento dono que imagina, esfregando as mãozinhas, o que poderia fazer com elas.

Um dia porém, acumuladas, começam a sair pelas frestas. Não são passarinhos mas são feitas de água e podem arrebentar depois de tanta moleza em pedra intrépida. Furar a pedra. Invadir os ossos. Derramarem-se todas e aí não se é mais nada. Perdeu-se por excesso. E a arrebentação impõe seu traço. Impossível voltar a não ser ir e voltar. Um escravo da liberdade. Onda para sempre.

E levam tudo o que vem pela frente - impurezas, intimidades de nitroglicerina pura, saltos de sapatos velhos, garrafas com o mapa do tesouro. E tudo começa a ir como quer, sem controle. Todo mundo vai ver o topázio imperial. Mas vai ver a merda também, merda que pra alguns é rubi. Os mesmos rubis que se julgava preciosos mas eram coágulos de sangue. Então, não tem jeito.

O tiro vai mesmo sair pela culatra, o feitiço vai voltar-se contra o feiticeiro. E o que não tem soluctio e nem soluços, solucionado está.

(roubado de http://palavradepantera.blogspot.com)

Posted by heidi at 14:53:30 | Permalink | Comments (1) »

simplicidade

 

o amor é simples e o tempo devora as coisas simples

(José Eduardo Agualusa)

Posted by heidi at 13:20:56 | Permalink | Comments (1) »

desconhece-te

Conhece-te a ti mesmo - mas não fiques íntimo 

(Luís Fernando Veríssimo)

Posted by heidi at 12:36:26 | Permalink | No Comments »

A escrita

“A escrita nasceu da necessidade de não esquecer. Claro que para chegar ao papel e ao lápis tivemos que passar pelo rabisco na parede da caverna, pelo hieróglifo cravado na tabuleta de barro, etc. Mas a angústia primordial foi a de não perder o pensamento fugidio.

Imagine quantas boas ideias não desapareceram para sempre por falta de algo que as retivesse na memória e no mundo. A história da civilização teria sido outra se, antes de inventar a roda, o Homem tivesse inventado o bloco de notas”.

(Luís Fernando Veríssimo)

Posted by heidi at 12:34:45 | Permalink | No Comments »

Dereck

Posso dizer que ontem foi o pior dia da minha vida. Não há dúvida que qualquer dia em que não se faça nada é um dia perdido. Ri-me. “Um dia sem rir é um dia perdido” (Charles Chaplin). Pois é, mas também não é um dia ganho. (Foi um riso-riso e não um riso-apetece-me-rir).

 

 Ninguém ganha uma guerra entrando nela de braços cruzados. Eu entrei de braços cruzados e ainda estou à espera que por magia se descruzem.

 

… não sei para onde vou, mas estou a caminho…

Posted by heidi at 12:28:52 | Permalink | No Comments »

Tuesday, January 9, 2007

Check-In

Não me importa entrar pela porta arabescada
Do desespero
Descer
Inferno
Destempero
Desequilíbrio
Certas cordas sem rede de protecção
Fogo
Carvão
Súcubos
Exus
Sereias amaldiçoadas, super-heróis do avesso
Nada disso me assusta
Se tiver certeza de que na saída
Eu estarei do lado de fora esperando por mim.

                                                                                                    (Greta Benitez)

 

Posted by heidi at 15:06:22 | Permalink | No Comments »

Thursday, January 4, 2007

I miss you


Hello there, the angel from my nightmare
The shadow in the background of the morgue
The unsuspecting victim of darkness in the valley
We can live like Jack and Sally if we want
Where you can always find me
We’ll have Halloween on Christmas
And in the night we’ll wish this never ends
We’ll wish this never ends

Where are you and I’m so sorry
I cannot sleep I cannot dream tonight
I need somebody and always
This sick strange darkness
Comes creeping on so haunting every time
And as I stared I counted
Webs from all the spiders
Catching things and eating their insides
Like indecision to call you
and hear your voice of treason
Will you come home and stop this pain tonight
Stop this pain tonight

Don’t waste your time on me you’re already
The voice inside my head
Don’t waste your time on me you’re already
The voice inside my head

(Blink-I miss you)

 

Posted by heidi at 13:04:37 | Permalink | No Comments »

                        Olho para tudo e tudo me faz chorar
                        Deixas-me mudo já não posso mais falar
                        Sei que estás confusa mas isso é normal
                        Para mim és uma musa, alguém muito especial
                        Já não te vejo há um dia para mim pareceu-me um mês
                        Já te disse o que sentia agora é a tua vez
                        Deixa-me voar quero sair daqui
                        Quero estar no teu lugar queria-te ter só a ti
                        Em ti estou seguro daqui não vou sair
                        Nem que atravesse o muro com o risco de cair
                        Não me largues mais eu não te quero perder
                        Tens de voltar ao cais que eu sem ti não sei viver
                        Já senti a plenitude não importa o que tinha feito
                        Eras a minha virtude nunca foste o meu defeito
                        Digo-te o que sinto não pareces entender
                        É verdade eu não minto tenho mesmo que te ver
                        Leva-me contigo na palma da tua mão
                        Que eu já não consigo pisar mais este chão
                        Leva-me para longe que eu não consigo andar
                        Quero estar contigo teu mundo é meu lugar
                        Acabaram-se as palavras que saíam de ti
                        Estivesses onde estavas eu sentia-te em mim
                        Abraça-me uma vez e outra a seguir
                        Abraços já são três já te estou a sentir
                        Não te quero enganar sentia-me tão bem
                        Quero-te olhar eu sem ti não sou ninguém
                        Podes prender-me em ti podes voltar a gostar
                        Diz-me o que é que fiz que eu tento mudar
                        Não suporto ver-te assim tu sentes-te culpada
                        Ponho a culpa em mim acho que foste pressionada
                        Tenta perceber não te sintas mal
                        Tenho que dizer que tudo em ti é especial
                        Uma pagina rasgada e arrancada pelo vento
                        Não penso em mais nada não me sais do pensamento
                        Estás em todo o lado nas paredes e no mar
                        Não quero ficar parado não te quero largar
                        Passa a noite e o dia sem que os sinta a passar
                        Tudo o que eu queria era o tempo a parar
                        Ficava sozinho talvez a pensar demais
                        Mas talvez é um caminho para atingir meus ideais
                        Leva-me contigo na palma da tua mão
                        Que eu ja não consigo pisar mais este chão
                        Leva-me para longe que eu não consigo andar
                        Quero estar contigo o teu mundo é meu lugar
                        Acabaram-se as palavras que saíam de ti
                        Estivesses onde estavas eu sentia-te em mim
                        Abraça-me uma vez e outra a seguir
                        Abraços já são três já te estou a sentir
                         Leva-me contigo na palma da tua mão
                        Que eu já não consigo pisar mais este chão
                        Leva-me para longe que eu não consigo andar
                        Quero estar contigo o teu mundo é meu lugar
                        Acabaram-se as palavras que saíam de ti
                        Estivesses onde estavas eu sentia-te em mim
                        Abraça-me uma vez e outra a seguir
                        Abraços já são três já te estou a sentir                        
                                                (Duarte Rosado - Leva-me contigo)                        
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