uma obrigação: acordar
Na realidade não tenho nenhum motivo para fazê-lo…
(Só por causa das coisas, fica este fundo que é o meu preferido)
(Só por causa das coisas, fica este fundo que é o meu preferido)
Este não está melhor…mas agora já não tenho tempo…
Meu único grande amor:casei-me Manuela Gonzaga…
( Antes de começar convem que diga que não o comprei pelo título mas sim pelo resumo que li, em que me dava a entender que a crítica latente seria mais do que o(s) tema(s) manifesto(s) de interesse relativo )
Primeiro a perplexidade. É tal a frivolidade de algumas personagens, a sua activa e fútil vida social, tão caricatos os casos de amor e traições que hesitamos no riso. É verdade, ao início hesita-se. Por puro preconceito! Se nos deixarmos levar por este romance ao bom velho estilo do folhetim do século XIX - dramático e excessivo, arrebatador, cheio de percalços e surpresas - cedo percebemos que temos em mãos um singular romance de riso e ironia. A autora, Manuela Gonzaga, historiadora e ficcionista, opta neste romance por um peculiar assumir da tradição das histórias de amor editadas entre folhetins por autores tão consagrados como Camilo Castelo Branco e Eça de Queirós. No início de cada capítulo, ao bom radiofónico estilo do Teatro Tide, anuncia-se a história que se seguirá. Ao começar um novo capítulo pica-se o leitor com as surpresas do próximo capítulo. Uma estrutura que ajuda a fluida leitura de uma obra que esconde, na aparente leveza, entre vaporosas emoções, o traçar de um implacável retrato da frivolidade da sociedade portuguesa do século XXI. Tome por isso tento, ao rir-se das personagens ri-se também, um pouquinho, de si mesmo, da forma como vivemos o nosso dia-a-dia, como nos deixámos contaminar pela aparência e pela sede de consumo.
(A autora do livro escreveu a biografia de António Variações - a credibilidade que eu lhe atribuí foi por água abaixo…mas secalhar a culpa é minha)
Na verdade, pensei que era muito mais do que isto…Pensei que poderia encontrar uma crítica construtiva à sociedade em que vivemos…Pensei encontrar a linguagem mínima que penso dever justificar a publicação de um livro, mas nem encontrei a suficiente que justifique o papel gasto…as árvores abatidas…
É do mais limitado que já li, ou poderei mesmo dizer estupidificante…
Dinheiro e tempo mal gasto…É o que dá escolher-se um livro por uma revista….sem o ver com os próprios olhos…
ok….as horas estão erradas…..grrrrrrrrrrrrrr
Que nervioso…….
PS: Este foi o último post que escrevi hoje e como mudei a hora fica aqui no meio de todos….grrrrrrrrrrrr
grrrrrrrrrrrrrrrr
Que nervos….
Eu meto-me em cada uma…
Finalmente, acabei com esta cena dos ‘tags’……
Se fosse hoje…..grrrrrrrrrrrrr
PS: grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
Tive que voltar a editar este ‘post’ porque me esqueci do ‘tags’……………grrrrrrrr
Admito que tenho sérias dificuldades quando quero mudar a configuração do blog…:p
Eu sei que ficou estranho, mas prometo que quando tiver paciência troco…
Agora entretenham-se com o lindo pinguim..:):):)
PS: Deixo aqui um desafio…Quandos pinguins estão no blog?!!heheh:p
Venho à net Quinta…”não há net…problemas de rede menina”…venho na sexta …”o problema ainda não está resolvido menina”….chego aqui hoje…descubro que não há msn…está não autorizado…os computadores apenas podem ser utilizados para trabalhar…
Chaves é o mundo, definitivamente…estou farta destas cenas…e falar com pessoal com quem não se pode falar ao vivo…e eliminar distâncias com um simples clic…não é importante?